Não tive Escolha
A frase: “Não tive escolha” denota considerável desconhecimento ou, a inconsequência que caracteriza pessoa que passa pela vida sem vivê-la como previsto.
Não há, na vida humana, momento em que o ser humano tenha somente uma escolha.
Não há.
Sempre, em qualquer situação, o elemento humano terá à sua disposição 3 opções para escolher a melhor solução que represente a sua evolução naquele momento.
Seja qual tenha sido a sua escolha, no futuro, receberá os resultados referentes à escolha efetuada.
Quando um casal tiver um filho serão apresentadas 3 escolhas a mãe e ao pai:
1 – Criar esse filho.
2 – Não criar esse filho e delegar a alguém essa tarefa.
3 – Não ficar com esse filho.
E, serão sempre, 3 opções em todas as situações da vida humana.
Os números representam qualidades humanas e questões divinas.
O número 3 está relacionado a representação da Divindade.
Por ser o número da fertilidade e do crescimento está associado ao poder Divino de fecundidade e de expansão da vida no planeta Terra em suas mais múltiplas formas de existências.
Assim sendo, sempre que o ser humano necessitar efetuar uma escolha, a energia Divina produzirá em sua vida 3 opções para que possa escolher. Mantendo assim, o livre arbítrio na vida de Seus filhos.
Qual seria a razão para o ser humano acreditar na ingênua condição de não ter tido escolha?
A comodidade.
É natural, no elemento humano, buscar o que lhe seja mais cômodo e confortável.
O tanto quanto, deveria ser natural, nesse mesmo elemento humano, perguntar qual será o preço futuro da escolha que efetuar hoje?
Observando a vida humana pode-se afirmar que o que aparenta ser
confortável agora, poderá, num futuro bem próximo, ser consideravelmente
desconfortável.
É a mutação contínua que caracteriza a evolução humana.
Não haverá evolução na estagnação. Necessariamente, para evoluir, será preciso mudar. Modificar. Transformar. Transmutar.
Mas, na verdade, não teria sido a comodidade o fator determinante em relação às escolhas humanas.
Para quem afirma não ter tido escolha, não foi a comodidade que determinou a sua escolha. Foi somente pensar em si mesmo. Pensar apenas em suas necessidades. Pensar em o que seria melhor para si mesmo.
Desconsiderando assim, as necessidades dos demais envolvidos.
Na verdade, a comodidade é apenas a roupagem que cobre o comportamento unilateral de, no momento da escolha, pensar somente em si mesmo.
Por isso, depois de efetuada a escolha e, para defender-se do desacerto cometido, o elemento humano afirma não ter tido escolha. Numa tentativa de auto proteger-se. De, mais uma vez, cobrir com roupagem a verdade sobre os fatos de sua vida.
De nada adiantará cobrir.
De nada adiantará defender-se.
Tão pouco adiantará lamentar-se.
O caminho mais saudável e proveitoso perante o desacerto cometido é assumi-lo.
É estar preparado para pagar o preço duma escolha inadequada.
Mesmo que, essa escolha, tenha sido coberta com roupagens aparentemente justificáveis.
Para que o ser humano reúna condições de efetuar escolha adequada em sua vida será preciso, sempre, avaliar as consequências de sua escolha em sua vida e na vida dos demais envolvidos.
Somente agindo assim, quando retornar em sua vida os efeitos de sua escolha, a colheita será confortável e os frutos saborosos.
