Minha Biografia
Sou Roberto Macchado que por algum tempo utilizou o pseudônimo de Roberto Numerólogo.
Sou Paulistano. Nasci no bairro da Penha na zona leste da cidade de São Paulo.
Fui criado em duas religiões.
Meu pai católico me levava nas missas.
Minha mãe kardecista me levava em encontros espíritas.
Assim foi até os meus 16 anos.
Aos 16 anos decidi participar da Umbanda e permaneci até os 18 anos.
Tenho pela Umbanda carinho e respeito incondicionais.
Devido a beleza e a dignidade dessa religião.
Meus pais exemplificaram pelas suas ações uma questão fundamental em minha vida.
Eles eram festeiros.
Na família havia as festas de 4 aniversários, os dos meus pais, o meu e o da minha irmã Rosana, a festa do natal, a festa do ano novo e a festa do carnaval.
Ou seja, durante um ano tínhamos 7 festas. Uma festa a cada 45 dias.
Nessas festas meus pais convidavam pessoas variadas.
Familiares, vizinhos, amigos e conhecidos.
E assim eu aprendi a viver e a conviver com pessoas variadas sem ter qualquer tipo de preconceito.
Comecei a trabalhar com 14 anos como auxiliar administrativo e fiquei nessa função até os 18 anos.
Quando estava com 18 anos meus pais mudaram para o centro velho de São Paulo na rua do Carmo.
Com essa mudança conheci novas pessoas que proporcionaram novos caminhos em minha vida.
A mudança de meus pais para o centro velho de São Paulo foi determinante em minha vida pessoal e profissional.
Pessoal
Ingressei na Federação Espírita do Estado de São Paulo no bairro da Bela Vista.
E permaneci em cursos dos 18 aos 23 anos.
Eram cursos que ensinavam o kardecismo.
Aos 23 anos, quando conclui os cursos da Federação, tive duas certezas que desenhariam a minha vida futura.
1 - A vida que temos hoje é apenas uma vivência que faz parte dum processo evolutivo individual composto por várias vidas que chamamos de a história evolutiva de cada pessoa. Assim sendo, descobri que tenho que dar o melhor de mim nessa vida. Tenho que evoluir a cada momento para assim conseguir viver equilibradamente em todas as áreas da vida.
2 – Se sou filho da Divindade não preciso de nenhum intermediário para conectar-me com ELA. Descobri que todos têm um canal direto de comunicação com a Divindade.
Após essas duas certezas não precisava mais de religião em minha vida.
Na Federação tive um momento que marcou minha vida.
Ao chegar pela 1ª vez na Federação fui atendido por uma senhora idosa de média estatura e magra. Senhora muito séria e dedicada.
Foi ela que me encaminhou para os cursos da Federação.
No 5º ano do curso era preciso praticar a mediunidade.
Fui encaminhado com mais um colega do curso a uma sala fechada onde estava a senhora séria e dedicada.
Era ela a responsável por desenvolver nos alunos a questão mediúnica de incorporação.
Ela iniciou a prática de incorporação e meu colega incorporou naturalmente.
Comigo nada aconteceu.
Foi então, que ela se aproximou de mim e colocando a mão em meu ombro disse-me:
“Fique tranquilo. A sua mediunidade é de psicografia.”
Profissional
Aos 18 anos comecei a atuar como pesquisador de mercado entrevistando pessoas nas ruas de várias regiões.
Essa nova atividade profissional abriu para mim um universo novo e surpreendente.
Comecei a conviver com pessoas malucas.
Eram consideradas malucas por viverem fora dos padrões considerados normais.
O universo de vivências que as pessoas malucas abriram para mim foi surpreendente.
Com os malucos descobri que a vida é muito mais interessante e gratificante quando vivemos fora dos padrões considerados normais.
Aos 20 anos comecei a atuar como tabulador de dados de pesquisas de mercado. Era um trabalho interno que solicitava conhecimentos matemáticos e estatísticos.
A praia do Embaré
Aos 21 anos certo dia a chefia informou que eu deveria fazer uma pesquisa na cidade de Santos – Litoral de São Paulo.
Nesse dia eu fui para Santos e precisava entrevistar algumas pessoas numa região determinada.
Desci do ônibus na Av. Conselheiro Nébias, por volta das 10h, que era o local determinado para eu iniciar a pesquisa, e fui andando em direção à praia.
Ao chegar na esquina da Av. Conselheiro Nébias com a rua Governador Pedro de Toledo parei esperando para poder atravessar.
As sensações dessa parada marcaram minha vida para sempre.
Parado na esquina senti uma leve brisa somente em meu rosto.
Como se estive sendo suavemente acariciado pela mão duma pessoa.
Não sei quanto tempo permaneci parado nessa esquina.
Durante o tempo parado, em meu interior, havia uma sensação que nunca tido sentido.
Era um misto de tranquilidade e satisfação como se eu tivesse reencontrado algo fundamental para mim.
Ao despertar, caminhei até a praia e comecei a andar até chegar na praia do Embaré. Que eu não sabia ser a praia do Embaré. Para mim era tudo Santos. Eu não conhecia essa cidade.
Sentei num banco na praia do Embaré e permaneci por um tempo admirando a beleza do mar.
Sempre fui e sou fascinado pelo mar.
Para mim o mar representa a vida. A constante mutação da vida através do vai e vem das ondas do mar.
De todas as belezas que a Divindade criou para nós humanos viver no planeta Terra, o mar é a criação mais bela, tocante e infinita.
Depois de permanecer algum tempo deixando-me envolver pela beleza do mar decidi que deveria conhecer melhor a praia do Embaré.
Caminhei pela orla até a ponta da praia.
Depois voltei andando pelos lindos jardins das praias de Santos.
Fui almoçar para saborear alguns frutos do mar.
Voltei a caminhar pelos jardins tomando sorvete.
Sentei novamente num banco da praia para sentir o mar.
Quando despertei das sensações sobre a praia do Embaré percebi que era 17h e eu não tinha entrevistado ninguém.
Voltei para São Paulo.
No dia seguinte contatei a empresa de pesquisa e informei que não queria mais trabalhar para eles. Devolvi os valores que a empresa tinha gasto com o meu transporte para Santos.
Foi quando dei a 1ª pausa em meus trabalhos na área de pesquisa de mercado.
Ubatuba
Depois da pausa, soube que uma amiga e seu irmão tinham resolvido abrir um bar na cidade de Ubatuba no litoral paulista.
Fui morar em Ubatuba para trabalhar como garçom no bar deles.
Era garçom todos os dias das 18h até a madrugada ou a manhã do dia seguinte.
Foram 6 meses como garçom que marcaram minha vida de maneira intensa e bela por eu ter vivido o verão todo no litoral.
E ter convivido com mais pessoas malucas e encantadoras.
As sensações de ter vivido ao lado do mar de Ubatuba marcaram minha vida para sempre.
São Vicente
Com 26 anos, após ter sido garçom, retornei à cidade de São Paulo e resolvi abrir um bar na cidade de São Vicente na praia de Itararé no litoral de São Paulo.
O bar – Lance Legal Bar – durou o suficiente para eu viver o que queria.
Foi aberto no mês de setembro e faliu no mês de fevereiro do ano seguinte.
Vivi o verão todo no litoral.
E foi quando pude comparar que a vida das pessoas que seguem os padrões considerados normais é uma vida pequena quando comparada a grandiosidade e a beleza que é a vida vivida fora dos padrões considerados normais.
As sensações de ter vivido ao lado do mar da praia de Itararé marcaram minha vida para sempre.
1ª morada em Santos
Após fechar o Lance Legal Bar retornei para a cidade de São Paulo e reiniciei minhas atividades no segmento de pesquisa de mercado.
Nesse reinício estava sendo treinado para atuar como analista de mercado.
Aos 33 anos fui morar pela 1ª vez na praia do Embaré.
Trabalhava em São Paulo e morava em Santos.
Essa minha experiência de morar só desenvolveu em mim questões importantes.
Eu descobri que era capaz de cuidar da minha vida.
Aprendi a cuidar de mim mesmo.
Não dependia mais dos meus familiares e tinha aquirido total autonomia em minha vida.
Depois de 1 ano morando na praia do Embaré voltei a morar em São Paulo.
Essas sensações dessas descobertas de morar só na praia do Embaré marcaram minha vida para sempre.
Voltando a São Paulo retornei para atuar em pesquisa de mercado.
E, aos 40 anos decidi dar um basta na atuação em pesquisa de mercado.
Deixei essa profissão e abri, com mais 2 amigos, um espaço esotérico chamado: Pensar Espaço Livre para o Pensamento.
Atuávamos com cursos, serviços e produtos das áreas esotérica, mística e espiritual.
Durou um ano e falimos.
Após falir o espaço esotérico escolhi, aos 41 anos, trabalhar com artesanato de madeira. Comprava peças em madeira rústica – quadros, bandejas, baús, porta copos... – colava estampas místicas/esotéricas e envelhecia a peça para vende-las em feiras na cidade de São Paulo.
Essas sensações das descobertas de que em qualquer idade é possível mudar a vida marcaram minha vida para sempre.
2ª morada em Santos
Foi no ano de 1996 e eu estava com 41 anos.
Depois das vivências anteriores que marcaram minha vida decidi ir morar na praia do Embaré.
Um mês antes de eu ir morar pela 2ª vez na praia do Embaré havia terminado o meu pré renascimento.
Um período de 9 anos de finalizações na vida de quem tem renascimento em seu Mapa Numerológico Natal.
Mas, eu não conhecia a Numerologia Pitagórica nessa época e não sabia sobre o renascimento.
Estava exausto e sem perspectivas.
Tudo que eu havia vivido tinha terminado em minha vida.
Exceto as relações com meus familiares.
Tinha terminado em minha vida:
Amigos
Relações afetivas
Trabalhos
E a vontade de continuar vivendo.
Caminhava só pelas areias da praia do Embaré.
Dormia só.
Vivia sozinho.
Em março de 1996 estava na sala do apartamento que morava em Embaré sentado ao lado da janela olhando para o céu e para o mar.
De repente surgiu, em meu interior, a mesma sensação que tive aos 21 anos quando estava parado na esquina das duas ruas de Santos e que senti uma leve brisa somente em meu rosto. Como se estive sendo suavemente acariciado pela mão duma pessoa.
E, novamente, senti um misto de tranquilidade e satisfação como se eu tivesse reencontrado algo fundamental para mim.
Não sei por quanto tempo permaneci sentado ao lado da janela com essas sensações.
Depois dessas vivências e experiências eu renasci no meu Mapa Numerológico Natal.
E, nessa data, eu não sabia mais como continuar vivendo.
Foi quando um anjo se apresentou e entregou-me o roteiro de como continuar.
Segurou em minha mão e caminhou junto comigo.
E está ao meu lado até hoje.
Após renascer escrevi o Momento da Criação dos Números que está no livro Numerologia e sua Mitologia.
Após escrever o Momento da Criação dos Números escrevi as 7 primeiras técnicas que interpretavam o Mapa Numerológico Natal.
Na semana seguinte anunciei no jornal: Curso de Numerologia. E no mês seguinte comecei a ministrar aulas para a 1ª turma do curso de Numerologia do Projeto Numerologia Pitagórica que você conhecerá no Momento 2 desse livro.
O Projeto nasceu em Santos na praia do Embaré.
E foi desenvolvido e concluído na cidade de São Paulo.
Aos 42 anos, em setembro de 1996, retornei para a cidade de São Paulo e fundamos a ABRAN Associação Brasileira de Numerologia para que o Projeto Numerologia Pitagórica pudesse ser desenvolvido e concluído.
Permaneci como presidente fundador da ABRAN até o ano de 2014 quando o Projeto foi concluído.
O Projeto teve a duração de 18 anos. De 1996 a 2014.
Durante esses 18 anos eu vivi somente 30% da minha vida.
70% da minha vida foi dedicada ao Projeto.
Quando o Projeto iniciou eu tinha conhecido a Numerologia Pitagórica no espaço esotérico que tive através da leitura de 2 livros que não continham conceitos, regras, técnicas e temas interpretativos.
Esses livros apresentavam somente como calcular o mapa numerológico e as descrições dos números. Conteúdo criado pelo filósofo Pitágoras.
Após ter iniciado a escrita do Projeto lembrei-me da senhora da Federação Espírita que afirmou:
“Fique tranquilo. A sua mediunidade é de psicografia.”
Foi assim, que no ano 2000 declarei publicamente que tudo que escrevi foi transmitido. Que é o termo que utilizamos para definir a psicografia.
Tudo que escrevi é de minha autoria, pois fui eu que escrevi.
Mas, não é de minha criação. Tudo foi transmitido.
No ano de 2016, fundei a Nova Corrente da Numerologia Pitagórica.
No livro Numerologia Pitagórica no Brasil contamos sobre o Projeto Numerologia Pitagórica.
3ª morada em Santos
No ano de 2017 fui morar na praia do Embaré.
Estava exausto. Não sentia existir em minha vida energias para que eu pudesse utilizar.
Morando na praia do Embaré resolvi pesquisar a origem do nome Embaré.
E descobri que:
“O nome Embaré tem origem Tupi-Guarani e significa "águas que curam", referindo-se às propriedades terapêuticas da orla de Santos, onde moradores iam por recomendação médica. O bairro santista ganhou o nome devido a essa crença nas águas salgadas e ricas em iodo.”
“Portanto, o nome Embaré está intrinsecamente ligado à história de cura pelas águas sendo um nome com raízes indígenas e históricas fortes em Santos.”
E eu, nessa minha 3ª morada em Santos, o que mais necessitava era ser curado.
E, assim foi.
No ano de 2019, após ser curado pelas águas da praia do Embaré, retornei para a cidade de São Paulo.
No Brasil a cidade do Rio de Janeiro é conhecida como a cidade Maravilhosa.
A cidade de São Paulo é conhecida como a cidade que Nunca Dorme.
Para mim, a cidade de Santos é a cidade Mágica.