Sob o Manto da Bondade
Cada número, na numerologia Pitagórica, tem uma tarefa a ser realizada durante a vida da pessoa.
São 9 números, de 1 a 9, e considerados como números puros e originais.
Quando a pessoa vive o seu número ele representará um selo pessoal.
Que ficará timbrado e marcando o trajeto de sua vida no planeta Terra.
Cada tarefa de cada número é, na verdade, uma marca pessoal que jamais poderá ser apagada na existência de cada pessoa.
Poderá sim, ser modificada no decorrer da vida.
Dos 9 números há apenas um número que, em sua tarefa, poderá naturalmente mudar as relações humanas de maneira significativa e proporcionar uma revolução nos relacionamentos humanos.
Trata-se do número 9 que essencialmente é o número da ajuda e do amparo indistinto às pessoas.
Esse número, o 9, consegue através da palavra, ou do desejo, ou da ajuda financeira transformar a vida das pessoas para uma condição mais cômoda e agradável.
Mas, não é somente a ajuda que transforma a vida das pessoas para melhor, a principal questão do número 9.
A tarefa mais importante do número 9 não está na ajuda indistinta às pessoas que necessitam de ajuda.
A sua mais nobre tarefa reside, exatamente, no resultado da ajuda.
Quando uma pessoa é ajudada, num momento de necessidade, nasce em seu interior a esperança.
A esperança de poder melhorar a sua vida.
E, a esperança de acreditar que existe pessoa bondosa, desinteressada e humana.
É, fazer renascer a esperança, através da ajuda indistinta, a maior tarefa do número 9.
Quando a pessoa tem esperança sua vida se transforma para melhor.
A ajuda que alguns seres humanos praticam a seus semelhantes tem apresentado situações inusitadas.
Os ajudadores auxiliam, amparam, ouvem, conversam, orientam, informam e disponibilizam recursos financeiros na ajuda.
Quando a visão deixa-se encantar somente pela lente superficial, os ajudadores são seres compreensivos, prestativos, solícitos e impessoais.
Seus comportamentos e atitudes podem até emocionarem e podem, também, serem vistos como exemplos.
Quando a visão não se deixa encantar pela superficialidade e busca por questões mais profundas, percebe-se que os ajudadores mantêm, em relação
aos ajudados, certos comportamentos inusitados que desequilibram a vida dos ajudados e, consequentemente, desequilibram a vida dos ajudadores.
Em nome da ajuda que proporcionaram atuam como controladores da vida dos ajudados. Retirando desses o direito de decidirem o que seja melhor a eles.
Se os ajudadores não conseguem o que querem, em relação aos ajudados, repetem incansavelmente as ajudas que efetuaram. Envergonhando e humilhando os ajudados em relação à outras pessoas.
Quando os ajudados quebram os laços de ligação com os ajudadores, eles os acusam de ingratidão. E, naturalmente, os ajudadores difamam a vida dos ajudados que se tornaram livres.
Esse tipo de ajudador desfila pela vida escondendo-se sob o seu manto de bondade.

A Soberania Perigosa
A história da humanidade contém seres humanos brilhantes.
Que brilharam não pelo poder econômico, ou pelo poder político ou, ainda, pelo poder religioso que são poderes efêmeros e altamente perigosos.
Foram brilhantes devido a humildade.
Por serem humildes conseguiram, naturalmente, incorporarem e praticarem tudo o que haviam descoberto através dos conhecimentos adquiridos.
Os conhecimentos não permaneceram somente como um arquivo mental que caracteriza as pessoas cultas.
Os seres brilhantes, pelo caminho da humildade, transferiram os conhecimentos do arquivo mental para a prática diária.
E assim, produziram consideráveis, abrangentes e profundas mudanças em si mesmos, em suas vidas e no mundo.
Baseando-se nesses seres brilhantes pode-se traçar um caminho para a evolução, composto assim:
Conhecimentos adquiridos que foram praticados, produziram a humildade.
E ela – a humildade – mudou a pessoa, mudou a sua vida e mudou o mundo.
Mas, dada a natureza humana, alguns seres humanos:
Adquirem conhecimentos múltiplos e profundos.
Esquecem de praticá-los em sua vida.
E, como consequência, os conhecimentos ficam somente no arquivo mental não produzindo situações significativas em suas vidas.
Pode-se utilizar como exemplo o médico Hahnemann que viveu no século 18 e 19 e foi o fundador da homeopatia.
Para provar a veracidade e a eficiência de suas descobertas, Hahnemann, testou em si mesmo suas medicações homeopáticas. E comprovou ao mundo científico que suas descobertas funcionavam.
A definição oficial da palavra soberania apresenta 3 condições:
1 - Força tirada do conhecimento do direito natural.
2 - Autoridade moral considerada suprema; poder supremo.
3 - Atitude de arrogância ou presunção; altivez, soberbia.
E, apenas uma definição poder ser considerada saudável:
Força tirada do conhecimento do direito natural.
As demais:
Autoridade moral considerada suprema; poder supremo; arrogância ou presunção; altivez, soberbia são comportamentos que provocam desentendimentos entre os seres humanos.
Proporcionam desencontros não previstos na vida.
E produzem solidão profunda.
O filósofo Sócrates, que viveu na Grécia antiga, apesar das descobertas, dos conhecimentos e do reconhecimento adquiridos, afirmou:
“Só sei que nada sei.”
O termo utilizado, a soberania perigosa, caracteriza comportamento de pessoa que adquiriu conhecimentos diversificados, amplos e profundos, mas, esses conhecimentos ficam somente no plano mental. Num arquivo na mente.
E não produzem transformações na pessoa, na sua vida e nem na sociedade a que pertencem.
E assim, essa pessoa sente-se soberana por ter um arquivo mental diversificado, amplo e profundo.
No entanto, por não usar e praticar esses conhecimentos em sua vida, apresenta situações desagradáveis e desequilíbrios não previstos.

O Castelinho que vai Ruir
- Oi. Tudo bem?
“Tudo ótimo. E com você?”
- Estou bem! E a sua vida como está?
“Excelente. Tenho uma profissão que adoro. Trabalho numa grande empresa e ganho muito bem. Casei e tenho 2 filhos. Comprei meu imóvel próprio. Tenho carro que não é popular. E viajo todos os anos.”
As 7 atividades humanas que mantém a vida satisfatória e equilibrada:
Trabalho com retorno financeiro
Alimentação correta
Leitura diversificada
Atividade física (exercícios)
Lazer
Descanso físico
Espiritualidade
Alguns seres humanos desenvolvem, em algum momento de suas vidas, uma necessidade acentuada de enquadrarem-se nos padrões considerados importantes e valiosos.
Naturalmente consideram esses padrões como sendo uma necessidade real em suas vidas.
E assim, dedicam-se a conquistarem esses padrões, sem nunca, questionarem-se se realmente é o que desejam de melhor a si mesmos.
À medida que vão conseguindo, iniciam a construção de seu castelinho.
Até concluírem a construção.
Quando o castelinho tiver pronto passam a admirá-lo, adorá-lo e divulgá-lo como sendo a obra de suas vidas.
Naturalmente, em determinado momento da vida dos construtores de castelinhos, eles percebem certas rachaduras em seus castelinhos.
E, sem perceberem, as rachaduras aumentam e produzem o desmoronamento de seus castelinhos.
E, após o desmoronamento, essas pessoas tornam-se revoltadas, inconsequentes e destruidoras.
E, também, apresentam desencanto e
problemas na saúde física e mental.
O grande problema, nas vidas dessas pessoas, foi a destruição de seus castelinhos construídos de areia.
Não é preciso uma chuva forte para fazer desmoronar e destruir um
castelinho feito de areia.
Alguma pessoa poderá profetizar:
O meu castelinho é forte. Foi feito em concreto, cimento e tijolos.
Para essa profecia resta somente uma alternativa.
Esperar o dia chegar em que a vida provará que o seu castelinho foi sim, feito de areia.
